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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

2ª corrida fotográfica sobre “Patrimónios da água” no concelho de Vila Real de Santo António - Jornadas Europeias do Património 2012


VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO ASSOCIA-SE ÀS JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO
COM 2ª CORRIDA FOTOGRÁFICA SOBRE "PATRIMÓNIOS DA ÁGUA"

Realiza-se no dia 29 de Setembro (Sábado), no âmbito das Jornadas Europeias do Património, com o tema "O Futuro da Memória", a 2ª corrida fotográfica no concelho de Vila Real de Santo António, este ano sobre os "Patrimónios da água", elementos identificadores do património e paisagem na região.

Minas, canhas, poços, noras, aquedutos, tanques, cisternas, represas, fontes marcam e identificam, ainda hoje, o território algarvio, em especial o barrocal com as suas hortas e pomares. Uma paisagem cultural trabalhada pelo homem, século após século onde se sobrepõem heranças de romanos, árabes e populações que lhes sucederam. Muita desta tecnologia hidráulica (construções e engenhos) manteve-se em uso na agricultura, sem grandes mudanças, até meados do séc. XX, altura em que se começaram a generalizar novos sistemas de rega e abastecimento de água. Constituem-se, por tudo isso como marcas distintivas na paisagem e memória local.

Também no litoral, onde as comunidades se viraram para o mar e para a ria na busca de sustento, vamos encontrar em estreita relação com a água, não só valiosos ecossistemas, como também, no domínio do património imaterial, diversas actividades e saberes-fazeres ligados à pesca, mariscagem, salinicultura, navegação marítima e fluvial.

Ao longo de um percurso que inclua as várias zonas do concelho com potencial, identificadas num mapa que será entregue no próprio dia, pretende-se que os inscritos na 2ª corrida fotográfica partam à descoberta e registem fotograficamente conjuntos edificados (noras, fontes, poços, tanques, cisternas, açudes,…) bem como hortas e pomares associados; áreas de valor ambiental e paisagístico ligadas à água (ria Formosa, sapal de Vila Real de Santo António e Castro Marim, praia da Manta Rota, baía de Monte Gordo, rio Guadiana,…); bem como, no domínio do património cultural imaterial, actividades profissionais e saberes-fazeres ligados à pesca, mariscagem, salinicultura e navegação.

Uma organização da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António / Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela, com o apoio de Passeios da Ria Formosa; Restaurante Sem Espinhas e Quinta da Fornalha – Agricultura Biológica e Ecoturismo Sustentável.

Regulamento e ficha de inscrição disponíveis em: http://ciipcacela.wordpress.com/. As inscrições deverão ser efectuadas até ao dia 28 de Setembro de 2012, directamente no Centro de investigação e Informação do Património de Cacela, por e-mail ciipcacela@gmail.com ou telefone 281952600.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Dia Internacional dos Museus - Museu Municipal de Tavira (Concurso de Fotografia)


Informações / Inscrições:
Serviço Educativo do  Museu Municipal de Tavira
telf.: + 351 281 320 500 (ext. 324)
fax.: + 351 281 322 888
Informação geral:
Horário de Verão: 10h00 – 12h30 / 15h00 – 18h30
Encerra à Segunda-feira.
Horário de Inverno: 10h00 – 12h30 / 14h00 – 17h30
De Terça a Sábado.
Horário sujeito a alterações
museu@cm-tavira.pt | www.cm-tavira.pt



quinta-feira, 29 de março de 2012

Concurso de Fotografia Científica "Química em Flash" (Fábrica de Ciência Viva de Aveiro)

 
Datas importantes do presente concurso:
Abertura: 10 novembro 2011
Entrega de trabalhos: até 06 junho 2012
Apreciação do júri: até 29 junho 2012
Entrega de prémios: julho 2012
Exposição de fotografias: julho-setembro 2012

Ficha de Inscrição
Regulamento

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

"Kodak, para mais tarde recordar"

Aconteceu o que há muito era esperado. A Kodak, empresa que tornou a fotografia num fenómeno de massas há mais de cem anos, apresentou hoje um pedido de falência voluntária perante um tribunal de Nova Iorque.

Com este passo, a Kodak pretende reforçar a liquidez nos Estados Unidos e no exterior, rentabilizar a propriedade intelectual não estratégica e resolver a situação dos passivos, concentrando-se nos negócios mais competitivos. Um último esforço para se salvar.

Fundada em 1888 e com sede em Rochester (Nova Iorque), este não parecia um cenário possível para a mesma Kodak que durante anos dominou o mercado nas áreas da fotografia e do cinema. Os tempos mudaram. Quando George Eastman - jovem modesto que começara a trabalhar aos 14 anos para cuidar da mãe, viúva, e de duas irmãs - se interessou pela fotografia, desbravando um caminho onde foi pioneiro, as pessoas renderam-se a uma novidade que lhes transformou os "retratos" numa coisa fácil e acessível.

"Você aperta o botão, nós fazemos o resto" foi o slogan criado pelo próprio fundador e, de facto, a essência de um negócio que floresceu anos a fio, ditando as regras. Os problemas começaram na década de 1980, quando os filmes fotográficos da Kodak começaram a perder terreno face à concorrência estrangeira, tendo a empresa de lidar logo em seguida com o aparecimento da fotografia digital (Kodak foi a inventora da máquina digital mas nunca capitalizou essa nova tecnologia) e dos smartphones.

Em busca de alternativas viáveis, a companhia voltou-se para os químicos, produtos de limpeza e equipamentos médicos, antes de finalmente se decidir pela exploração das impressoras comerciais, via em que se concentrou nos últimos cinco anos, embora sem o sucesso economicamente necessário para retirar a empresa de aflições.

Ao escolher tentar vingar num mercado saturado e difícil de romper, a Kodak caminhou de prejuízo em prejuízo até lhe sobrar um grande problema final, sobretudo depois de em 2011 a estratégia de negociar patentes e licenças ter deixado de garantir a entrada de dinheiro.

De nada serviu tentar a venda das suas patentes digitais em agosto passado. Os potenciais compradores adivinhavam um pedido de insolvência e, assim sendo, preferiram esperar para ver.

A Kodak, que vale agora pouco mais de 90 milhões de euros, quando em 2004, estava valorizada em mais de 23 mil milhões de euros, vivia desde o início do ano sob a ameaça de expulsão de Wall Street, por parte do operador da Bolsa de Nova Iorque, o New York Stock Exchange, que tinha dado à empresa seis meses para recuperar a cotação das suas ações. Para as 19 mil pessoas que a companhia emprega, o futuro é incerto.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Chegou o Outono


Equinócio do Outono 2011
Em 2011, o Equinócio de Outono, ocorre no dia 23 de Setembro às 09h05m (tempo universal), 10h05m em Portugal continental. Este instante marca o início do Outono no Hemisfério Norte. Esta estação prolonga-se até ao próximo Solstício que ocorre no dia 22 de Dezembro às 05h30m.
O equinócio ocorre no instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, corta o equador celeste. A palavra de origem latina significa "noite igual ao dia", pois nestas datas dia e noite têm igual duração.

Mais informação

segunda-feira, 22 de março de 2010

Dia Mundial da Água - 22 de Março


O Dia Mundial da Água (DMA) foi observado, a partir de 1993, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (Recursos hídricos) da Agenda 21.

Nesse período vários Estados foram convidados, como fosse mais apropriado no contexto nacional, a realizar no Dia, actividades concretas que promovam a consciência pública através de publicações e difusão de documentários e a organização de conferências, mesas redondas, seminários e exposições relacionadas à conservação e desenvolvimento dos recursos hídricos e/ou a implementação das recomendações proposta pela Agenda 21.

A cada ano, uma agência diferente das Nações Unidas produz um kit para imprensa sobre o DMA que é distribuído nas redes de agências contactadas. Este kit tem como objectivos, além de focar a atenção nas necessidades, entre outras, de:

• Tocar assuntos relacionados a problemas de abastecimento de água potável;

• Aumentar a consciência pública sobre a importância de conservação, preservação e protecção da água, fontes e suprimentos de água potável;

• Aumentar a consciência dos governos, de agências internacionais, organizações não-governamentais e sector privado;

• Participação e cooperação na organização nas celebrações do DMA.

Os temas dos DMA anteriores foram:

• 2009: Água e saúde

• 2008: Saneamento

• 2007: Lidando com a escassez de água

• 2006: Água e cultura

• 2005: Água para a vida

• 2004: Água e desastres

• 2003: Água para o futuro

• 2002: Água para o desenvolvimento

• 2001: Água e saúde

• 2000: Água para o século XXI

• 1999: Todos vivem rio abaixo

• 1998: Água subterrânea: o recurso invisível

• 1997: Águas do Mundo: há suficiente?

• 1996: Água para cidades sedentas

• 1995: Mulheres e Água

• 1994: Cuidar de nossos recursos hídricos é função de cada um.

A partir de 2001 ficou restrito a cada país a adopção da Agenda 21











As Nações Unidas, através da resolução A/RES/47/193, de 22 de Dezembro de 1992, declararam o dia 22 de Março de cada ano como o Dia Mundial da Água. Este dia tem sido marcado, desde 1993, com iniciativas várias, nacionais e internacionais, com o intuito de sensibilizar o público em geral para a necessidade de conservar os recursos hídricos e para algumas questões em particular, também relacionadas com a água.



(…)



No nosso planeta há locais mais vulneráveis que outros a desastres naturais associados ao elemento água, como inundações e secas, deslizamentos de terra, avalanches e tempestades. Os efeitos destes desastres resultam não só das condições geológicas e meteorológicas locais (há solos menos produtivos, mais susceptíveis à erosão e degradação do que outros) como também do nível de desenvolvimento humano local (nomeadamente em termos de actividades económicas), sendo mais severos nos países em desenvolvimento. Tome-se o exemplo do ineficiente ordenamento do território, que permite o crescimento imobiliário irracional e a destruição de florestas e vegetação ripícola em zonas inundáveis, tendo conduzido ao aumento do número de pessoas afectadas pelas inundações.



Em 2001, as graves condições climatéricas que assolaram Portugal (precipitação intensa com consequente subida de águas), especialmente no norte e centro do país e no fim-de-semana de 26 a 28 de Janeiro, provocaram várias inundações e deslizamentos de terras com perdas de vidas humanas e avultados danos materiais avaliados em dezenas de milhões de contos, afectando não só terrenos agrícolas como também parques urbanos, infra-estruturas imobiliárias e monumentais.



Por exemplo, só no distrito de Coimbra, o rio Mondego transbordou em muitos locais, incluindo na própria cidade de Coimbra, com consequente rebentamento de diques, morte de gado cavalar e bovino e isolamento de uma freguesia de Montemor-o-Velho, a Ereira. Vários agentes de autoridades como os fuzileiros da marinha e os bombeiros contribuíram na evacuação da população de várias povoações.



A ONU defende que os efeitos deste tipo de acontecimentos poderá ser minimizado envolvendo cidadãos, principalmente os de zonas sensíveis, em colaboração com a protecção civil e o instituto de meteorologia, entre outras instituições relacionadas, na elaboração de estratégias de gestão de desastres, incluindo os planos de evacuação. Estas estratégias deverão incorporar não só conhecimentos técnicos como também conhecimentos do fórum social e cultural.

(…)



A ONU ainda vai mais longe, apontando como uma das principais causas do fracasso dos programas para abastecimento e saneamento de água potável em países como a Índia, o Quénia ou o Nepal é a falta de participação das populações. "Não é apenas uma questão de meios", admite Jan Pronk, presidente da Wash (agência especializada da ONU para a água) e ex-ministro holandês do Ambiente. É necessário envolver os cidadãos, informá-los para que se deixe ter como resultado a "incompreensão absoluta entre o prestador [do trabalho] e o beneficiário e, finalmente, a recusa por parte da população de utilizar e pagar o serviço".









Faltará água se o Mundo não partilhar

A escassez de água é cenário com probabilidade agravada, se não for feito melhor uso deste recurso, lembram as Nações Unidas, que apelam à redução da poluição pelos países ricos. As alterações do clima podem trazer mais sede.

Perto da nascente ou da foz de um rio, todas as populações do Mundo estão no mesmo barco, afirma um documento da ONU a propósito do Dia Mundial da Água, que hoje é assinalado. Para 2009 a chamada de atenção recai nas águas partilhadas por dois ou mais países, trate-se de rios, lagos ou aquíferos subterrâneos.

Isso acontece em 263 situações e envolve 145 países, numa realidade natural que abrange metade da superfície sólida da Terra. Nos últimos 60 anos, contabiliza a ONU, foram estabelecidos 200 acordos bi ou multilaterais e registaram-se 37 casos de conflitos violentos entre Estados pela posse de água.

O apelo à partilha da água com gestão também partilhada é lançado perante a perspectiva de um agravamento da disponibilidade do recurso: estão em causa, lembram as Nações Unidas, as alterações climáticas (com previsíveis secas em muitas regiões e arrastando também o degelo dos glaciares).

Mas não é só a disponibilidade que poderá fazer com que em 2025 cerca de 1.800 milhões de pessoas vivam em zonas com absoluta escassez e dois terços da humanidade sofram restrições no abastecimento. Os países industrializados estão a poluir os rios ao lançarem neles resíduos que em 70% do volume não foram tratados.

Os rios transfronteiriços foram objecto de uma Convenção adoptada pela ONU em 1997, mas o documento não entrou em vigor, porque apenas 16 dos 35 países necessários a ratificaram.

Do Fórum Mundial da Água, que hoje encerra em Istambul após uma semana de trabalhos, as agências noticiosas dão conta das três grandes forças ali representadas: governos (70 ministros, entre os quais o ministro do Ambiente português), organizações não-governamentais e empresas do sector da água e saneamento.

É esperado que a reunião produza um documento final, mas ontem ainda não havia consenso sobre a proclamação do acesso à água como direito fundamental do ser humano ou necessidade fundamental. Em cada 15 segundos morre uma criança por doenças relacionadas com a falta de água.



Fonte
Jornal de Notícias

Wikipedia
Confagri

domingo, 21 de março de 2010

Flamingos


Estes 12 flamingos são parte de um grande número de espécies de aves que podemos observar tranquilamente a pouca distância da nossa escola.
sites a visitar: www.avesdeportugal.info
Divirtam-se

sábado, 20 de março de 2010

20 de Março - Primeiro dia de Primavera


 
A primavera (português brasileiro) ou Primavera (português europeu) é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.

A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal", e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 20 de Março e termina a 21 de Junho. A "Primavera austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 23 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.

Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.

Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.

Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo da estação.



PRIMEIRO DIA DA PRIMAVERA

Na parte norte do mundo, 20 de Março é o primeiro dia da Primavera. Os ventos frios do Inverno já se foram e as flores selvagens estão a começar a florescer. É hora de encontrar os calções da natação e sapatilhas para o futebol e planear viagens de Verão. E ler ao ar livre…

No distante sul, atravessando o equador, o Outono está prestes a chegar. Os dias mais quentes do verão já são passado. Cada dia é mais curto do que o anterior. Será logo hora de juntar as folhas e ir buscar as roupas quentes.

A razão para estas mudanças tem que ver com a viagem anual da Terra em torno do sol.

Durante parte do ano, o Pólo Norte da Terra aponta afastado do sol e parte do tempo em direcção a ele. É isto que dá origem às nossas estações. Quando o Pólo Norte aponta para o sol, os raios do sol batem na metade norte do mundo mais directamente. Isso significa que está mais quente e nós temos o Verão. Mas quando o Pólo Norte está apontado em direcção ao sol, o Pólo Sul aponta afastado do sol. Assim a parte sul do equador da Terra recebe menos calor do sol e é Inverno lá.

O dia mais longo acontece no meio do verão, a 21 ou 22 de Junho, a norte do equador. Isso chama-se o solstício do Verão.

O dia mais curto está no meio do Inverno, por volta de 21 ou 22 de Dezembro, a norte do equador.

Isso é chamado o solstício do Inverno.

Mas mesmo entre o Inverno e o Verão, este ano a 20 de Março, cada dia e noite

tem a duração de 12 horas. Isto é denominado de equinócio vernal.

É o primeiro dia de Primavera a norte do equador e o primeiro dia de Outono na parte sul do mundo.

Entre o Verão e o Inverno há um outro equinócio, chamado equinócio outonal. Tal como o equinócio vernal, o dia e a noite têm a mesma duração. Só que esta mudança é o primeiro dia do Outono a norte do equador e o começo da Primavera para o sul.



Palavras-chave:

EQUINÓCIO

O tempo em que a noite e o dia são de duração igual em todas as partes da Terra. A palavra equinócio vem do Latim que significa "noite igual."

- Equinócio da Primavera: o começo da Primavera, chamado frequentemente de equinócio vernal. Vernal significa "da primavera." Ocorre a 20 ou 21 de Março

- Equinócio outonal: o começo do Outono. Ocorre a 22 ou 23 de Setembro.



SOLSTÍCIO

A época do ano em que o sol alcança o mais distante norte ou o mais distante sul. A palavra solstício significa " sol ainda lá está".

- Solstício do Verão: O dia do solstício do Verão é o dia o mais longo do ano. É o começo do verão, a 21 ou 22 de Junho.

- Solstício do Inverno: O dia do solstício do Inverno é o dia o mais curto do ano. É o começo do Inverno, a 21 ou 22 de Dezembro.

ESTAÇÕES

Cada estação -- primavera, verão, outono e inverno -- dura aproximadamente três meses e trazem mudanças na temperatura, no tempo e na duração da luz do dia. As estações mudam constantemente porque a inclinação do eixo terrestre nunca muda enquanto a Terra circunda o sol.