A não perder...
"Os livros são o alimento da juventude." ( Marcus Cícero)
Biblioteca da Escola EB 2/3 Dom Paio Peres Correia - Tavira
A
Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o
seu hino nacional), nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao
ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições
em África, no denominado "Mapa cor-de-rosa".
Em Portugal, a reacção popular
contra os ingleses e contra o governo português, que permitiu esse género de
humilhação, manifestou-se de várias formas. "A Portuguesa" foi composta em 1890,
com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi
utilizada desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano. Aliás, em
31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado que pretendia
implantar a república em Portugal, esta canção já aparecia como a opção dos
republicanos para hino nacional, o que aconteceu, efectivamente, quando, após a
instauração da República a 5 de Outubro de 1910, a Assembleia Nacional
Constituinte a consagrou como símbolo nacional em 19 de Junho de 1911 (na mesma
data foi também adoptada a bandeira nacional).
Nota-se na música uma influência
clara do hino nacional francês, La Marseillaise, também ele um símbolo
revolucionário (ver revolução francesa).O hino é composto por três partes, cada
uma delas com duas quadras (estrofes de quatro versos), seguidas do refrão, uma
quintilha (estrofe de cinco versos). É de salientar que, das três partes do
hino, apenas a primeira parte é usada em cerimónias oficiais, sendo as outras
duas partes praticamente desconhecidas.
Nascido em uma família de classe média, único filho de Ernesto Vargas Maldonado e Dora Llosa Ureta, seus pais separaram-se após cinco meses de casamento. Com isto o menino não conheceu o pai até os dez anos de idade. Sua primeira infância foi em Cochabamba, na Bolívia, mas no período do governo José Luis Bustamante y Rivero, seu avô obtém um importante cargo político no governo, em Piura, no norte do Peru, e sua mãe retorna ao Peru, para viver naquela cidade.