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terça-feira, 2 de junho de 2009
Home - O Mundo é a Nossa Casa
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente, a ZonLusomundo pretende exibir, nas salas de cinema do Tavira Gran Plaza, o filme "Home - O mundo é a nossa casa", que aborda as questões ambientais que procupam o mundo.
Esta iniciativa terá lugar no próximo dia 5 de Junho, estando previstas várias sessões ao longo do dia, dependendo do número de inscrições.
O filme tem a duração de 80 minutos, é dobrado em português, e sem fins lucrativos.
Os interessados deverão contactar a Divisão do Ambiente e Energia, pelo 281 320567, até ao próximo dia 3 de Junho, para procederem à inscrição.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
1 de Junho - Dia Mundial da Criança
ARTIGO 19º (da Convenção, assinada em 1989)
"Ninguém deve exercer sobre a criança qualquer espécie de maus-tratos. Os adultos devem protegê-la contra abusos, violência e negligência. Mesmo os próprios pais não têm o direito de a maltratar."
“a criança, por motivo da sua falta de maturidade física e intelectual, tem necessidade de uma protecção e cuidados especiais...”.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Dia Mundial da Criança não é só uma festa onde as crianças ganham presentes.
É um dia em que se pensa nas centenas de crianças que continuam a sofrer de maus-tratos, doenças, fome e discriminações (discriminação significa ser-se posto de lado por ser diferente).
Sabias que o primeiro Dia Mundial da Criança foi em 1950?
Tudo começou logo depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945.
Muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida.
As crianças desses países viviam muito mal porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos. Alguns nem pais tinham!
Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes durante muitas horas e a fazer coisas muito duras.
Sabias que mais de metade das crianças da Europa não sabia ler nem escrever? E também viviam em péssimas condições para a sua saúde.
Em 1946, um grupo de países da ONU (Organização das Nações Unidas) começou a tentar resolver o problema. Foi assim que nasceu a UNICEF.
Mesmo assim, era difícil trabalhar para as crianças, uma vez que nem todos os países do mundo estavam interessados nos direitos da criança.
Foi então que, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo.
Este dia foi comemorado pela primeira vez logo a 1 de Junho desse ano!
Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas, reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social o direito a:
- afecto, amor e compreensão;
- alimentação adequada;
- cuidados médicos;
- educação gratuita;
- protecção contra todas as formas de exploração;
- crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.
Sabias que em só nove anos depois, em 1959 é que estes direitos das crianças passaram para o papel?
A ONU reconheceu também que “em todos os países do mundo há crianças que vivem em condições particularmente difíceis e a quem importa assegurar uma atenção especial, tendo devidamente em conta a importância das tradições e valores culturais de cada povo para a protecção e o desenvolvimento harmonioso da criança e a importância da cooperação internacional para a melhoria das condições de vida das crianças em todos os países, em particular nos países em desenvolvimento.”
A 20 de Novembro desse ano, várias dezenas de países que fazem parte da ONU aprovaram a "Declaração dos Direitos da Criança".
Trata-se de uma lista de 10 princípios que, se forem cumpridos em todo o lado, podem fazer com que todas crianças do mundo tenham uma vida digna e feliz.
Claro que os Dia Mundial da Criança foi muito importante para os direitos das crianças, mas mesmo assim nem sempre são cumpridos.
Então, quando a "Declaração" fez 30 anos, em 1989, a ONU também aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", que é um documento muito completo (e comprido) com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos (tem 54 artigos!).
Estão escritos de uma forma mais simples para tu os perceberes melhor.
Esta declaração é tão importante que em 1990 se tornou lei internacional!
Fonte
Junior.TE
Unicef
Convenção dos Direitos das Crianças
Os Direitos da Criança
quarta-feira, 27 de maio de 2009
A Criança Misteriosa (cont)
segunda-feira, 25 de maio de 2009
A origem de @

Os Copistas medievais e o século XXI. Cultura e curiosidades…
Na idade média os livros eram escritos à mão pelos copistas.
Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido. O motivo era de ordem económica: a tinta e o papel eram valiosíssimos.
Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um 'm'ou um 'n') que nasalizava a vogal anterior. Um til é um enezinho sobre a Letra. O nome espanhol Francisco, que também era grafado 'Phrancisco', ficou com a abreviatura 'Phco' e 'Pco'. Daí que foi fácil o nome Francisco ganhar em espanhol o diminutivo Paco.
Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de 'Jesus Christi Pater Putativus', ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde os copistas passaram a adoptar a abreviatura 'JHS PP' e depois 'PP'. A pronúncia dessas letras em sequência explica porque José em espanhol tem o diminutivo de Pepe.
Já para substituir a palavra latina 'et' ('e'), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras: &. Esse sinal é popularmente conhecido como ' e' comercial e, em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do 'and' ('e' em inglês) + 'per se'(do latim 'por si') + 'and'.
Com o mesmo recurso do entrelaçamento de letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina 'ad', que tinha, entre outros, o sentido de 'casa de'.
Veio a imprensa, foram-se os copistas, Mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço; por exemplo, o registo contabilístico mailto:'10@£3' significava '10 unidades ao preço de 3 libras cada uma'.
Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês, 'at' ('a' ou 'em').
No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contabilísticas dos ingleses.
Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @, supuseram, por engano, que o símbolo seria uma unidade de peso.
Para este entendimento contribuíram duas coincidências:
1- A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo 'a' inicial lembra a forma do símbolo.
2- Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registo de '10@£3' como 'dez arrobas a 3 libras cada uma'. Então, o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.
Arroba veio do árabe ar-ruba, que significa 'a quarta parte': arroba (15 kg em números redondos) correspondia a 1/4 de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal (58,75 kg).
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais dactilografados). O teclado tinha o símbolo '@', que sobreviveu nos teclados dos computadores.
Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio electrónico (e-mail), Roy Tomlinson aproveitou o sentido '@' ('at' em inglês), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim Fulano@ProvedorX passou a significar 'Fulano no provedor (ou na casa) X'.
Em diversos idiomas, o símbolo '@' ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma. Em italiano chiocciola (caracol), em sueco snabel (tromba de elefante), em holandês, apestaart (rabo de macaco).
Noutros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel em Israel, strudel na Áustria, pretzel em vários países europeus.sexta-feira, 22 de maio de 2009
"Guerra ou Paz", pelos alunos do 6ºB, no Dia do Autor Português (fotos)
Houve ainda tempo para um momento musical.
Uma merecida palavra de apreço a todos os professores que, com o seu trabalho, tornaram possível a realização desta actividade.
Palavras de Baptista-Bastos no Dia do Autor Português: «Autor não é criatura neutra»

“Escrever, criar, sonhar, são sempre lugares de encontro e de procura do outro. Interpelar é tomar partido da compreensão, para se refazer o caminho”, sublinhou o escritor, convidado pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) a elaborar a mensagem deste ano.
Criado em 1982 por iniciativa do maestro Nóbrega e Sousa, membro da direcção da entidade, o Dia do Autor Português é comemorado anualmente a 22 de Maio com diversas manifestações culturais promovidas pela SPA, cooperativa que gere os direitos dos autores portugueses de todas as disciplinas literárias e artísticas. “Responsáveis pelas nossas palavras, poderemos vir a ser culpados de as utilizar sem a autoridade moral e a nobreza por elas exigidas. Com o tempo e com a prática, aprendemos que as coisas insignificantes devem ser tratadas com a maior seriedade”, salienta Baptista-Bastos no texto, ao qual deu o título «As palavras, como é hábito».
O escritor questiona-se sobre o poder do autor “num mundo onde as palavras foram substituídas por números que subtraem, omitem ou rasuram as pessoas”. “Apesar do cerco actual - diz - , aprendemos com outros cercos e sobrevivemos a outros perigos e ameaças”. “Escrever, criar, sonhar, não são apenas representações: são projectos e projecções ideológicos e renovadas relações entre História e memória. Não há que fugir a isto: ao compromisso exemplificado na declaração tremenda de que a batalha pela liberdade de criação implica a recusa da mentira e uma permanente resistência à opressão e à tirania”, defende ainda o escritor.
Na opinião de Baptista-Bastos, os autores têm de estar “cada vez mais atentos e cautelosos”, porque os querem fazer “crer na fragilidade da palavra, na fugacidade da arte, na desimportância do acto de pensar”. “Talvez o mundo de outrora fosse mais simplificado, sem deixar de ser menos complexo ou perigoso. Enfrentámo-lo na certeza de que as palavras continham, no seu bojo, a magnitude da esperança, e a crença de que poderiam modificar as coisas e os destinos”, sublinhou ainda, descrevendo os autores como “herdeiros de um legado de insubmissão e de altivez”. “Aqui estamos, para o que der e vier. Com as palavras, como é hábito”, conclui, na mensagem.
in Clube de Leituras
Mais informação
PUBLICO.PT
Portal da Cultura
quarta-feira, 20 de maio de 2009
A Criança Misteriosa
terça-feira, 19 de maio de 2009
"A Poesia está na Escola ...e em toda a parte" - Declamação de Poesia e debate

Newsletter n.º 4 - Rede de Bibliotecas Escolares

| Newsletter 04 EditorialO número 4, agora publicado, está sistematizado em três áreas diferentes: uma dedicada aos Artigos de fundo, outra reservada às boas práticas que devem ser destacadas e que designámos por Dossier e uma terceira que veiculará as Notícias e os eventos da actualidade. Miguel Real - Escritor e professor na biblioteca da escolaA biblioteca na escola é para alguns, mais do que um espaço de trabalho, um lugar natural para "estar". Luís Martins, Miguel Real (1) na actividade de escritor, associa o seu gosto pelo ensino e pela relação com os jovens, com a paixão pela leitura, pelos livros e pela escrita. Mais razões para sentir a BE como o local primeiro do seu "prazer" na escola? Oiçamos, então, este professor escritor, amante da arte de ensinar e dos livros. Professor bibliotecário: uma função especializada - um cargoVai cumprir-se este ano um dos objectivos consignados, desde o início, no Programa da Rede de Bibliotecas Escolares - a criação da figura de professor bibliotecário. Competências do Professor-bibliotecário no processo de auto-avaliação da biblioteca escolarNo âmbito da acção de formação Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares (Setembro - Dezembro 2008) foi desenvolvida uma actividade de auto-avaliação de competências dos participantes aplicada à área da avaliação organizacional. Pretendia-se que a reflexão fosse acompanhada de evidências que ilustrassem a existência das competências. Alguns dos relatos apresentados constituíram excelentes narrativas das várias fases de adaptação a novas competências ligadas ao desempenho em contexto biblioteconómico... Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil - O caminho faz-se caminhando!Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil nasceu em 1996 com a inauguração da Biblioteca Municipal e foi-se construindo com as 11 Bibliotecas Escolares do 1º, 2º e 3º Ciclos e Secundária que hoje existem, completando-se com a abertura da Biblioteca Pública Alberto Martins de Carvalho. A Formação de todos os intervenientes, a Organização das Bibliotecas e a Promoção da Leitura têm sido as preocupações dominantes ao longo do percurso, que deu, recentemente, mais um passo com a publicação do Portal da RBCA e o Catálogo Concelhio. Moche à leitura - um projecto aLer+O projecto aLer+/ Escolas Leitoras, lançado em Junho de 2008 pelo Plano Nacional de Leitura (PNL) e Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), resulta da parceria com o National Reading Trust do Reino Unido, em especial com o programa Reading Connects e conta, ainda, com o apoio Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular e da Fundação Calouste Gulbenkian.Neste artigo é feito um breve roteiro do projecto "Moche à Leitura" do Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares (Escola EB 2,3/S Dr. Daniel de Matos). Aprender com a BibliotecaReflexão sobre o papel da biblioteca escolar e do professor bibliotecário no processo de ensino aprendizagem. Catálogos em linha das bibliotecas escolaresO catálogo de uma biblioteca é um instrumento essencial na perspectiva da constituição e da gestão do fundo documental e na óptica dos utilizadores. Sem ele, os utilizadores, mesmo numa biblioteca de acesso livre, organizada tematicamente, correm o risco de ignorarem uma parte considerável dos títulos que ela dispõe, ficarem sujeitos à bibliografia sumária indicada pelos professores ou à opinião dos elementos da equipa da biblioteca (professores e funcionários). Bibliotecas Escolares: estado da arteDados preliminares referentes à base de dados das escolas integradas na Rede de Bibliotecas Escolares e que se encontravam em funcionamento no ano lectivo 2007/08
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recebido por http://www.rbe.min-edu.pt/
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
De que estiveram a falar?
-lhe com os braços de um lado e do outro e bati com a cabeça directamente na esquina da porta.



